Possível retificação

Quero abrir uma aspa antes de iniciar a jornada no torneio, fui “confrontado” pelo amigo e clássico em torneios, Albano Agostinho, que segundo ele o nosso placar estaria tecnicamente empatado e o mesmo se “ofendeu” por ter dito que estava superior na contagem. Vejamos abaixo o meu retrospecto:
1. Torneio aberto Esporte Clube Sírio - 18/04/2006 (Clique aqui) – Vitoria
2. Torneio mensal do SESC Interlagos - 29/06/2008 (Clique aqui) – Vitoria
3. Torneio zumbi dos palmares GXBG - 20/11/2008 (Clique aqui) - Derrota
4. Torneio II aberto do Clube Macabi - 15/03/2009 (Clique aqui) - Empate
Placar final: Reinier 2,5 a 1,5 Albano.
Obs.: Segundo o Albano, eu estaria esquecendo a derrota do SESC Interlagos, sempre costumo publicar no blog, mas posso ter deixado algum de lado, devido cair no esquecimento na atualização. Fica o compromisso do blog de sempre falar a verdade e nada mais que a verdade quanto aos fatos ocorridos nos torneios. Albano meu amigo, se achar a classificação geral do SESC (pode ver com o AI Estevão), publicarei a devida retificação publicamente.
Dados do torneio

Local: Clube Monte Líbano
Data: 29.11.2009
Horário: 15:00
Ritmo: 20min
Rodadas: 6
Participantes: 75
Arbitragem: Vagner de Almeida
Direção: Miguel Bucalem
O torneio

Na 1º rodada, enfrentei o amigo, Jefferson Correia (1800/48º). Não sei se podem ver como estamos ensopados, pois naquela tarde de sábado deu uma baita chuva e como viemos juntos para o torneio, chegamos atrasados com o emparceiramento lançado, acabamos sendo jogado um contra o outro. Para ajudar o nosso amigo e iniciante ainda na modalidade (apenas 1 ano), cedi às brancas e começamos a jogar, mas logo na abertura acabou levando um tático furado meu e perdeu uma peça limpinha. Daí pra frente foi só levar e trocar as peças ate o final, assim acabei vencendo a partida.

Na 2º rodada, enfrentei o famoso jogador, Giuseppe Caporale (1832/23º). Ao lado do meu antigo e dirigente do clube Sírio, Rodolpho Fares, novamente jogava contra o Caporale (tinha vencido não sei onde) e ele estava no ritmo de torneios nacionais e internacionais (todo ano passa uma temporada na sua terra natal, Itália). Partida difícil, mas fiquei superior com 2 peões passados no meio de jogo, sendo segurado por 2 torres e 1 bispo. Mas num descuido do italiano, acabei ganhando o bispo e ficou difícil segurar os benditos peões.

Na 3º rodada, enfrentei o também clássico, Alessandro Bezerra (1924/5º). Agora na 1º fileira de mesas do torneio (é difícil chegar lá, hein!), jogava novamente de brancas desenvolvi bem as peças e na abertura enfim não estava perdido. No meio de jogo, num descuido do Bezerra, acabou levando uma seqüência de trocas, onde ficou com 2 peões praticamente perdidos. Mas como sempre acabou cometendo algo erro no final por querer logo arrematar a partida, ofereci empate ao amigo (o Marco Guilherme (Bob) ficou pasmo!) e é claro que o Bezerra aceitou e ainda agradeceu. Fiz a mesma coisa com ele com o Saito (ver crônica) para adquirir respeito nas partidas. No placar entre nós ficou 2 a 1 para ele, sendo 2 empates.

Na 4º rodada, enfrentei o AI, Edmundo Aoyama (1915/15º). Ainda no 1º “pelotão” de jogadores, detalhe que houve erro no emparceiramento e o meu adversário anterior seria o Saitão (Vinicius Saito), acabei trocando seis por meia dúzia como disse o Saito. Agora jogando de pretas (a foto acima não é da nossa partida), acabei levando sacrifício no 10º ao 15º lance (não lembro muito), só sei que fiquei “agonizando” até o 30º e poucos lances quando levei novamente um sacrifício fatal e perdi a partida. Mérito para o AI que como arbitro é um bom jogador.

Na 5º rodada, enfrentei Vagner Chaves (1800/26º). Jogando agora de pretas, já estava esperançoso em fazer 3,5/5, pois estava fazendo um bom torneio afinal. Agora fora do 1º “pelotão”, fui para cima do então desconhecido jogador pelos dados do blog moglichess e fiquei bem superior na abertura com 1 peão a mais e par de bispos, mas num erro amador, acabei me descuidando e levando um xeque que ganhara o meu amado bispinho. Daí pra frente só empurrei as peças e acabei perdendo. Como disse o nosso amigo Chaves, “Aconteci com todo mundo”, acho que me consolou isso.

Na ultima rodada, enfrentei o Washington Lincoln (1800/45º). Logo quando vi o emparceiramento e que ia enfrentar o campeão da 1º etapa do Memorial Julio Guerra (GXBG), já pensei “Puts, vai acontecer à mesma coisa como no Macabi, onde peguei o Eduardo Marques na ultima rodada e perdi ficando com 2,5/6”. Jogando de brancas (a foto acima não é da nossa partida), fui para cima e fiz logo um sacrifício de cavalo que depois vi que era altamente furado, ainda bem que o Lincoln não viu e podemos continuar a nossa partida. Depois melhorou o nível da partida e ficamos o tempo todo jogando uma partida estratégica com materiais iguais. Estávamos jogando um final de bispos e cavalos, bispos para Lincoln que estava apurado e num descuido devido ao tempo, acabou perdendo a peça numa captura do cavalo e depois a seta do relógio caiu.
Em resumo

Fiz 3,5/6 e fiquei em 25º/75º. Enfrentei jogadores com média de 1845 (detalhes que 3 deles, eram sem rating, logo começaram com 1800, escondendo ainda suas verdadeiras forças no xadrez). Joguei 3 de pretas (sendo 2 derrotas e 1 vitória) e 3 de brancas (sendo 2 vitórias e 1 empate).
Destaque

1. Para Árbitro e dirigente do GXBG Sérgio Melo, que fez 4/6 e ficou em 21º, mas o detalhe que terminou invicto o torneio com 4 empates.

2. Para o amigo e amante de balada, Marcos Jorge Guilherme Monteiro (podem chamá-lo com 4 nomes, rsr) vulgo conhecido como Robert James Fischer (Bob) que ficou em 6º lugar com 5/6, invicto e levando a graninha da balada no Happy News.
Classificação Geral > Clique aqui >